Uniluanda

Uma delegação de académicos angolanos, chefiada pelo vice-reitor da Universidade de Luanda (UniLuanda), Professor Doutor Bukusu Ndongala Hachim, concluiu no dia 23 de Abril de 2026 uma visita de seis dias à República Popular da China, com agenda em Xangai e Pequim.

A visita, realizada entre 18 e 23 de Abril, teve como objectivo estreitar laços com instituições de investigação chinesas e definir áreas prioritárias para futuros protocolos de cooperação.

Durante a visita, o vice-reitor sublinhou a necessidade de “aprofundar as relações de trabalho com as instituições chinesas, saindo do campo das intenções para o terreno da concretização”. As declarações foram feitas em encontros no Instituto de Estudos Africanos da Academia de Ciências Sociais de Pequim e no Centro de Estudos Africanos da Universidade de Pequim.

O vice-reitor destacou três eixos fundamentais para os futuros acordos: Investigação científica conjunta e comparada; Mobilidade académica de docentes, investigadores e estudantes; Criação de pontes entre a academia e a sociedade, garantindo o impacto directo dos resultados. Entre os eixos fundamentais apontados para futuros acordos, destacam-se a investigação científica conjunta e comparada, a mobilidade académica de docentes, investigadores e estudantes e a criação de pontes entre a academia e a sociedade.

Precisamos de trabalhos por pares, de projectos com rosto e calendário. Só assim daremos corpo aos acordos e enveredaremos pelo caminho da execução”, reforçou o vice-reitor, sublinhando a urgência de transformar intenções em acções concretas.

A delegação angolana integrou representantes de diversas instituições de ensino superior, designadamente da UniLuanda, da Universidade Agostinho Neto, da Universidade Lusíada, da Universidade Católica de Angola, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais, bem como da Associação de Estudos da China em Angola.

A visita da delegação angolana à China ocorre num momento em que, no contexto político-diplomático, os dois países procuram diversificar a cooperação bilateral, apostando no conhecimento, na formação de quadros e na investigação científica como pilares de uma parceria estratégica de longo prazo.

Gabinete de Tecnologias de Informação e Comunicação

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